Nenhum dos oradores da conferência "Autarquias: Transição digital" o negou: é difícil para alguns funcionários públicos das câmaras perceberem a necessidade das aplicações móveis. É preciso "desmistificar" a tecnologia, formar e investir em cibersegurança, defendem.
"Não encontramos desafios? Encontrámos. Precisamos de gestão e reengenharia de processos, que se vai fazendo. Não se faz de um dia para o outro”, afirmou esta quinta-feira Paulo Rêgo, responsável pela área de informática na autarquia.