Portugal não é um país violento. A nossa tradição democrática, construída com sacrifício após décadas de ditadura, é um bem precioso que não pode ser destruído por quem confunde militância com impunidade.
Causam-me repugnância, mas cumprem o seu propósito. Informam-me sobre o candidato e consolidam a minha opinião negativa sobre ele, sobre a sua prática política e o seu reiterado uso da mentira e da manipulação de factos para criar percepções que lhe convenham.
De acordo com o Presidente da República, o primeiro-ministro, nestes meses, tem procurado “estar em toda a parte ao mesmo tempo”, algo que considerou invulgar para quem tem funções executivas.