A atual política financeira vai confirmando uma cada vez maior carga fiscal, com excedente orçamental, que penaliza o poder de compra e não contribui para a valorização salarial.
Superadas crises atrás de crises, seria justo as reais preocupações passarem pela melhoria coletiva das condições de vida das pessoas, com alívio fiscal e esperança.
Em termos globais, tudo indica que passamos de uma proposta altamente abrangente para uma proposta altamente competitiva que parece apresentar as condições necessárias para manter Portugal na lista de países considerados 'crypto-friendly'.
Se o Governo não agir diretamente sobre as pessoas e as empresas, com apoios e alívio da carga fiscal, se continuar apenas com a pressão sobre a banca, poderá estar a desenhar, a prazo, uma possível nova crise financeira, que urge precaver.
A "taxa rosa" não existe formalmente enquanto conceito económico, mas são vários os estudos internacionais que atestam a sua existência e o impacto que a mesma tem sobre o género feminino.
Falta, no nosso país, uma cultura generalizada que melhor enquadre a livre iniciativa empresarial. Isso exige mudanças de mentalidade não só do Estado, mas também dos próprios agentes empresariais.