Esta posição foi transmitida pelo líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, numa declaração em que também acusou o presidente do Chega, André Ventura, de colocar os interesses partidários acima de tudo, de procurar apoucar um membro do Governo e de demonstrar não estar interessado em conhecer a verdade.
“As compensações estão a ser tratadas e já houve compensações pagas e há outras que ainda estão – é normal – em negociação, porque há cidadãos que pedem valores – não vou classificar – com uma escala muito distinta. Isto acontece em todas as situações em qualquer parte do mundo”, afirmou Gonçalo Reis (PSD), na reunião pública da Câmara de Lisboa, após ser questionado pela vereação do PS.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a Cãmara indicou que o concelho registou danos “muito significativos” na rede viária, taludes, muros de suporte, escolas, equipamentos desportivos e culturais, num valor superior a 2,8 ME.
O despacho do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, foi publicado na segunda-feira em DR e determina o encerramento das candidaturas aos apoios em matéria de habitação própria permanente.
“Temos, ao dia de hoje, cerca de 84 mil utilizadores que não têm a parte de comunicação. Começámos no dia 30 [de janeiro] com 307.900, entre móveis e fixo”, disse Paulo Fernandes aos jornalistas, em Leiria, num ponto de situação sobre os prejuízos e os trabalhos em curso para a recuperação, três semanas depois de a depressão Kristin ter atingido o país.
“Estamos, neste momento, hoje de manhã, com 115 mil apólices que foram acionadas. Estamos com mais de duas mil apólices acionadas por dia, o que é um número brutal”, afirmou Paulo Fernandes aos jornalistas, em Leiria, num ponto de situação sobre os prejuízos e os trabalhos em curso para a recuperação.
Segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria, Jorge Vala, “ainda existem muitos taludes caídos” e as estradas nacionais não são alternativa.
Em relação ao ano anterior este valor representa um aumento de 21%, com os contratos celebrados a superarem os 7,5 mil milhões de euros, num crescimento homólogo de 48%.
A economia portuguesa deverá ter registado um crescimento de 1,9% em 2025, claramente acima dos 0,8% projetados para a Zona Euro, “refletindo o contributo do consumo privado e do investimento público na dinâmica da procura interna”.
“Nós precisamos de desenvolver uma economia mais diversificada, mas mais coesa, com as pessoas. Uma economia sem as pessoas, uma economia em que o lucro seja o fim de tudo, acaba por se matar a ela própria”, disse o candidato, quando questionado sobre o pacote laboral que o Governo quer implementar, o que levou ao agendamento de uma greve geral para quinta-feira.
Na votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), foi aprovada uma proposta do Chega para que, no primeiro semestre de 2026, o Governo, em articulação com a Infraestruturas de Portugal e os municípios de Viseu, Tondela, Santa Comba Dão, Penacova e Coimbra, defina e promova os "processos concursais visando a urgente construção do IP3, com perfil de autoestrada, entre Santa Comba Dão e Coimbra".
Segundo dados da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), hoje divulgados, no que diz respeito a contratos celebrados através de concursos públicos, o montante atingiu 5.345 milhões de euros, um crescimento de 109% face aos mesmos nove meses do ano anterior.
Número de contratos celebrados disparou mais de 50% em ano de eleições legislativas e autárquicas. Nos contratos lançados, destaque para a Linha Violeta do Metro de Lisboa por 600 milhões de euros.
Em junho de 2019, antes da pandemia, o diferencial entre concursos lançados e contratos de obras públicas firmados era de 965 milhões. Hoje é quase quatro vezes mais.
"O Índice de Carteira de Encomendas, que em março apresentara um acréscimo de 8,7%, também em termos homólogos, evidenciou em abril uma expressiva desaceleração, apurando-se uma variação de apenas +1,8%", salienta o inquérito da AICCOPN.
Os indicadores de confiança na Construção e Obras Públicas da Madeira estabilizaram, em março, enquanto que o da Indústria Transformadora teve uma diminuição.
Em comunicado, a IP refere que a intervenção consistiu na aplicação de um sistema de redes de alta resistência pregadas, de forma a evitar que eventuais desprendimentos possam atingir a plataforma ferroviária.
Os indicadores de confiança nos sectores de atividade da Indústria Transformadora, da Construção e Obras Públicas subiram, em janeiro, na Região Autónoma da Madeira.
Segundo o "Barómetro das Obras Públicas" da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o montante dos concursos de empreitadas de obras públicas saltou de 6.048 milhões de euros em 2023 para 8.376 milhões de euros em 2024, estabelecendo um novo recorde desde o início da série em 2011.