Este resultado representa um aumento de 153% em relação ao ano anterior e estabelece um novo recorde para o veículo de investimento do país escandinavo.
Colonatos ilegais, invasão militar e crise humanitária levaram o fundo norueguês a agir para cortar laços com Telavive. Fundo rejeita desinvestimento total em Israel e diz estar a seguir regras éticas.
O Norges Bank Investment Management, nome oficial do fundo, detinha 1,2% do grupo industrial norte-americano, posição avaliada em dois mil milhões de euros.
Em causa está a atualização das normas do conselho ética do fundo norueguês, que alarga a definição de conduta empresarial e, com ela, o rol de empresas passíveis de serem excluídas. De acordo com o maior fundo soberano do mundo, cujas regras de ética são definidas pelo Parlamento da Noruega, a venda de armas a um Estado que viola o direito internacional pode levar a desinvestimentos.
No início do mês, o Norges Bank aumentou a sua participação no banco suíço para 5%, superando na estrutura acionista os fundos de investimento americanos BlackRock (que tem 4,92%) e Artisan Partners (que tem pouco mais de 3%).