"Ainda há caminho a fazer, mas já mudou a minha vida. Para as pessoas que estão a pensar inscrever-se nos ensaios clínicos com humanos, não há nada que recear", disse Noland Arbaugh.
Aquela tecnologia tinha recebido, em março, o "não" da parte do do departamento de Saúde norte-americano. Entretanto, foi aprovada e a Neuralink está agora autorizada avançar. O propósito passa por resolver problemas de pessoas invisuais ou com uma paralisia.