A desinformação associada às presidenciais somou, na primeira volta, mais de 8,3 milhões visualizações nas redes sociais segundo o LabCom — Laboratório de Comunicação da UBI.
Donald Trump gizou um plano que faz sentido, que tem o apoio de todos os países que sobre ele se pronunciaram e que é fundamentalmente o renascer da esperança. Estes e outros temas merecem a reflexão do embaixador Francisco Seixas da Costa.
A resposta deveria ser: todos nós. Porque não se trata apenas de recear uma invasão militar ou uma escalada nuclear. Trata-se de reconhecer que o maior perigo hoje é interno: é a erosão da confiança que mantém vivas as nossas democracias.
Presidenciais: A entrada ou não na União Europeia serve de clivagem entre os moldavos. Os adeptos do ‘não’ acusam os do ‘sim’ de fazerem tudo para garantirem a vitória.
Depois do referendo na Moldávia, que correu muito mal para as pretensões da União Europeia, seguem-se agora eleições legislativas na Georgia, onde o partido Sonho Georgiano, pró-russo, deve sair vitorioso, o que sucede desde 2012.
Para a IL "é inaceitável que, em pleno século XXI, uma nação soberana enfrente tentativas de subversão da sua democracia por parte de atores externos". A Moldávia votou favoravelmente a integração na União Europeia mas o processo não foi pacífico.
O 'sim' ganhou tangencialmente, desmentindo as sondagens que lhe davam uma margem confortável. A atual presidente ganhou a primeira volta das presidenciais, mas terá forte concorrência dentro de 15 dias.
Bélgica, que detém a presidência do Conselho da UE, promete apoio total a Kiev. E também à Moldova, que iniciou igualmente as negociações para a adesão à União Europeia.
O encontro entre as partes surge dois anos depois de ambos os países se terem candidatado à adesão, na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia – que promete apressar tudo.
De acordo com uma nota da presidência belga do Conselho da UE, “os embaixadores deram o seu princípio de acordo sobre as bases para as negociações de adesão da Ucrânia e da Moldova. A presidência belga convocará as primeiras conferências intergovernamentais em 25 de junho".
A carta, assinada por 44% dos países da União Europeia, pede à presidência belga do Conselho que motive a integração "gradual da Ucrânia e da Moldávia através da introdução progressiva de políticas e programas individuais".
No início da invasão, o pequeno país chegou a ser dado como o passo seguinte das tropas russas. Escapou. Mas o bom entendimento com a União Europeia trás o perigo de regresso.