Cuidar dos cidadãos imigrantes é uma questão de dignidade e de humanidade. Já o cuidar de imigração é uma questão de planeamento e de definição de política pública para o sector.
A visão do “sector exportador” não pode continuar reduzida a um binómio bens mais turismo, pois desvaloriza o papel fundamental da exportação de serviços como contributo para o aumento do valor acrescentado nacional e das exportações líquidas.
Tenho para mim que o principal problema de economia portuguesa, não só do ponto de vista energético, está no paradigma de desenvolvimento escolhido. É, pois, preciso reinventar Portugal.