A atualização foi divulgada esta terça-feira, com a rede de postos de carregamento de veículos elétricos a reportar 258 mil novos utilizadores distintos, através de cartão ou app.
A rede teve um disparo no crescimento e deverá continuar a aumentar, mas as novas regras trouxeram “instabilidade” e “incertezas” ao setor dos carregamentos.
A rede pública de carregamento continua a expandir-se, integrando no final de junho 8.080 postos de carregamento, correspondentes a cerca de 15.300 pontos distribuídos por todo o território nacional. A capacidade da rede também tem evoluído, com 3.176 postos a disponibilizarem carregamento rápido ou ultrarrápido, o que representa 39,3% da infraestrutura total.
A rede de carregamento conectada à Mobi.E integra já mais de 8.000 postos de carregamento de acesso público em todo o país, incluindo postos normais, rápidos e ultrarrápidos, distribuídos de norte a sul do território nacional e nas regiões autónomas
Segundo a empresa os dados confirmam uma tendência clara: a mobilidade elétrica continua a ganhar expressão em Portugal, sustentada pelo aumento da procura e pela expansão da infraestrutura pública.
O novo presidente, que conta com Sílvia Amaral como vogal e Alexandra Toscano como responsável financeira, assume o comando da entidade "num momento crítico de transformação para a mobilidade elétrica em Portugal", refere a empresa pública.
Durante o segundo mês do ano, a rede nacional de carregamentos contabilizou um total de 747 mil carregamentos efetuados, com mais de 173 mil utilizadores.
Em 2025, foram registados 8,8 milhões de carregamentos e mais de 474 mil utilizadores distintos, aumentos de 45% e de 68%, o que equivale a novos máximos nestas categorias, face aos 6,1 milhões de carregamentos e mais de 282 mil utilizadores obtidos em 2024, diz a MOBI.E, entidade gestora da rede nacional de carregamento para veículos elétricos.
No final de outubro, a rede pública contava com 7.072 postos de carregamento, que disponibilizam cerca de 13.250 pontos de carregamento em todo o território nacional. Destes, 2.689 eram rápidos ou ultrarrápidos, reforçando a cobertura, acessibilidade e eficiência da rede.
A Rede Nacional de Carregamento (RNC) revela que ao longo do mês de setembro, foram realizados mais de 767 mil carregamentos, um aumento de 43% face ao mesmo período de 2024, efetuados por cerca de 131 mil utilizadores distintos, ou seja, mais 47% do que no ano anterior.
Mais de 813 mil carregamentos, mais energia consumida e mais utilizadores: julho foi o mês com maior atividade de sempre na rede nacional de carregamento para veículos elétricos. A infraestrutura também não parou de crescer, ultrapassando os 12.400 pontos de carregamento em todo o país.
"Foram realizados mais de 727 mil carregamentos, uma subida de 47% face ao mesmo mês de 2024, efetuados por mais de 122 mil utilizadores distintos, um aumento de 47% em comparação com o período homólogo. Quanto à energia consumida, ultrapassou os 16,5 GWh, mais 63% em relação a junho do ano passado", explica a Mobi.E.
"Foram realizados mais de 712 mil carregamentos, o que representa um aumento de 45% face ao mesmo mês do ano passado, efetuados por mais de 115.000 utilizadores distintos, uma subida de 45% em comparação com o período homólogo", diz a Mobi.E relativamente a maio.
Os 665 mil carregamentos foram efetuados por mais de 115.500 utilizadores distintos, número nunca antes atingido num único mês e uma subida de 52% em comparação com o período homólogo. Quanto à energia consumida, foi de cerca de 14,7 GWh, mais 63% em relação a abril de 2024.
Até fevereiro foram contabilizados mais de 1,1 milhões de carregamentos, "um aumento de 46% em comparação com o mesmo período de 2024", salienta a Mobi.E.
Nesta segunda fase, o orçamento é de 540 mil euros de um total de 2,3 milhões de euros que não foram esgotados na fase inicial, verba cofinanciada pelo Fundo Ambiental.
Uma medida que, de acordo com os liberais, vai impulsionar a criação de mais postos de carregamento, “possibilitando ao consumidor final o pagamento através de qualquer meio eletrónico, como cartões bancários normais”, refere o partido em comunicado.