Ser democrata não é lamentar a “má escolha” dos outros; é reconhecer que a própria mensagem não foi suficientemente mobilizadora. A democracia exige humildade de quem perde, responsabilidade de quem passa e maturidade de quem vota.
Cabe aos portugueses procurarem alternativas, e cabe aos políticos evitar a demagogia, como se a remuneração de qualquer dívida emitida pelo Estado não fosse paga pelos impostos.