Emmanuel Macron queria ficar para a história como aquele que abençoou o “renascimento” do Museu do Louvre. Ir mais longe que Miterrand e a ‘sua’ Pirâmide. Más decisões, um assalto bem-sucedido e problemas estruturais no edifício poderão atirar o ambicioso plano às águas do Sena.