Para Jerry Brotton, historiador britânico, professor de Estudos do Renascimento e um profundo amante de mapas, em papel, claro, tudo lhe dizia que era preciso escrever sobre a invulgar história da orientação.
O cérebro humano organiza a informação em mapas topográficos contínuos, fornecendo, assim, leituras fáceis de uma região cerebral para outra, promovendo, desta forma, eficiência cognitiva, conclui um estudo coordenado pelo neurocientista Jorge Almeida. Estudo envolve outros cientistas da Universidade de Coimbra e da Universidade de Glasgow.
Cada um dos mapas possui um código QR que direciona o utilizador para os mapas online onde se podem consultar informações como data, município e observações gerais.