As disposições relativas à segurança marítima e à passagem pelo estreito de Ormuz reconhecem implicitamente restrições que a força per se não poderia resolver. Na prática, os EUA não conseguiram uma transformação estrutural do sistema iraniano, nem uma reorganização das dinâmicas regionais.
Por definição, sem limites não há liberdade de expressão. Por isso, a defesa da liberdade de expressão entendida irrestritamente, como se pudesse existir sem limites, é um embuste político e que tem de ser combatido politicamente.
A centralidade dos serviços de Informações na organização da segurança interna e externa do Estado Português convive melhor com a descrição do que com a notoriedade.