O presidente demissionário está à espera do veredito do Tribunal Constitucional, com o presidente interino a ‘safar-se’ do pior. O país que teme os irmãos do Norte, mais que tudo, está num verdadeiro caos.
Na chegada ao complexo presidencial, as autoridades depararam-se com barricadas formadas por veículos e cerca de 200 seguranças e militares, o que impediu a execução do mandado de detenção de Yoon Suk Yeol.
O partido do presidente promete bloquear o impeachment, mas o espaço político do presidente desapareceu, depois de aquilo que parecia ser um incidente militar com a Coreia do Norte.
Partidos de oposição – maioritários no Parlamento – apresentam moção para impeachment na sequência do estranho caso da imposição da lei marcial por algumas horas. Durante essas horas, o mundo suspeitou que as Coreias poderiam entrar em guerra, mas afinal não era nada disso.
O presidente Yoon Suk Yeol decretou lei marcial, mas o presidente do parlamento declarou o anúncio da lei marcial inválido e os legisladores foram a votos pela rejeição da mesma.
Yoon Suk Yeol, presidente provisório depois de perder as eleições de forma esmagadora, avançou de forma surpreendente com a suspensão dos trabalhos parlamentares (e várias liberdades e direitos civis) após um desacordo em torno do orçamento do ano passado, ele que se encontra envolvido numa série de suspeitas de corrupção.
Relatório da Save the Children reporta um "sistema abusivo de detenções militares" com agressões, abuso sexual, isolamento e privação de comida aos menores detidos pelo exército israelita nos territórios ocupados, a maioria acusada de arremesso de pedras, resultando em marcas psicológicas profundas.