A verdadeira salvaguarda da soberania, no mundo realista e desigual da geopolítica, talvez resida justamente naquilo que o Tratado de Não-Proliferação Nuclear tenta, há muito, impedir.
No caso trazido aqui à colação, a opção é entre o belicismo alegadamente preventivo ou o respeito por uma ideia de ‘civilização’ baseada em normas, respeito e direitos humanos.
Num momento em que o mundo erigido após a Segunda Guerra Mundial parece estar a desmoronar-se, esperar-se-ia que a Nação-líder do chamado mundo ocidental, pudesse constituir uma referência sólida e estável para a procura de novas soluções.