O Chega é o segundo partido mais votado com 23,20% às 21:59, e o PS surge em terceiro lugar com 23,12%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério de Administração Interna - Administração Eleitoral.
Filipe Sousa expressou ainda preocupação com o crescimento do Chega. "Quando os governos falham os extremismos aumentam", começou por referir Filipe Sousa. "O crescimento do Chega é preocupante. Para mim é mais preocupante pelo facto do Chega ter demonstrado em termos de poder, em termos locais, legislativas, e governamentais, não ter qualquer demonstração de resultados", disse o deputado eleito pelo JPP.
O Chega foi a segunda força política no distrito com 22,97% dos votos e um deputado eleito e o PS ficou em terceiro com 21,72% dos votos e também um deputado.
Após a AD, que obteve 41,3%, o Chega surge na segunda posição com a eleição de um deputado, com 20,9%, seguido pelo PS com um deputado, e 13,4%, e o JPP com um deputado, e 12,3%.
O eleito do JPP, pelo círculo eleitoral da Região Autónoma da Madeira, nestas legislativas, à Assembleia da República foi Filipe Sousa, que foi eleito para um terceiro mandato como atual presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, na sequência das autárquicas de 2021.
Segundo os resultados provisórios oficiais da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o PS elegeu também um deputado, tal como o Chega, mantendo-se assim a distribuição de assentos parlamentos neste círculo eleitoral em relação às legislativas do ano passado.
De acordo com os resultados provisórios atualizados na página da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna pelas 21:00, já tinham sido contabilizados 531.169 votos para o Chega.
“A verdade é que ainda estamos a fechar aqui várias urnas, localidades importantes que vão fazer e determinar o resultado final. Mas, com serenidade, o Juntos Pelo Povo aguarda e acreditando que será possível [eleger], sim”, declarou a presidente do JPP, Lina Pereira.
A projeção da RTP coloca o BE a eleger entre um a três deputados. A se confirmar o pior cenário da projeção o BE teria o pior resultado de sempre em legislativas. O pior registo remonta a 1999, onde se estrearam neste ato eleitoral, tendo elegido dois deputados.
O PS é o segundo partido mais votado com 23,40% às 20:09, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério de Administração Interna - Administração Eleitoral.
“Há aqui um outro termo que para nós é importante salientar, que é a divergência entre os dados que nos vão sendo apresentados e das diversas fontes. Naturalmente falamos em projeções, essas projeções são divergentes. E gostaríamos de salientar isso, pois, de algum modo, poderíamos estar a incorrer em fazer comentários sobre dados prematuros”, afirmou o dirigente do PAN.
A se confirmar seria a estreia do JPP no Parlamento nacional. O cabeça-de-lista pelo círculo eleitoral da Madeira é Filipe Sousa, que depois das autárquicas de 2021 cumpriu o seu terceiro mandato como presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz.
“Será, independentemente do resultado, uma noite em que vamos celebrar a campanha que fizemos”, afirmou Mariana Mortágua, depois de o BE ter apostado num formato de campanha diferente do habitual, sem arruadas e visitas a feiras e mercados.
“Parece verificar-se uma tendência para a redução da abstenção. Nós valorizamos que haja 50 anos de voto livre, universal, 50 anos em que as mulheres puderam votar pela primeira vez, isso é a força da democracia”, salientou Andreia Galvão.
“A confirmar-se que há uma diminuição de participação, parece-nos que isso se relaciona com a falta de resposta que as pessoas sentem aos problemas da sua vida”, disse Margarida Botelho, do Secretariado do Comité Central do PCP, numa declaração aos jornalistas frente da sede do partido, em Lisboa.
A afluência às urnas às 16h00 estava em 48,28% de acordo com os dados que constam na plataforma do Ministério da Administração Interna. Até às 12h00 a afluência aos locais de voto estava em 25,56%.
Em comunicado, a estrutura regional do partido indica que Albuquerque publicou na rede social Facebook um vídeo de propaganda política, que entretanto apagou, “num claro apelo ao voto na coligação AD. Tal apelo e ato de propaganda política no dia de eleições constitui uma violação grosseira da Lei Eleitoral para a Assembleia da República, agravada ainda mais por ter sido proferida por um alto titular de cargo político”, afirma o BE.
Em declarações telefónicas à Lusa, Miguel Coelho (eleito pelo PS) explicou que o incidente ocorreu quando visitava as mesas de voto para saber se o ato eleitoral está a correr bem.