A economia russa não está parada. Está sobreaquecida, militarizada e obrigada a financiar simultaneamente a guerra, os subsídios energéticos e a estabilidade social.
"Penso que muito em breve, os nossos colegas habituais, Steve Witkoff e Kushner, virão a Moscovo e continuaremos o nosso diálogo com eles", disse Yuri Ushakov, conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, à televisão estatal russa Vesti.
"O foco foi a situação em torno do conflito com o Irão e as negociações bilaterais em curso, com a participação de representantes dos Estados Unidos, para a resolução da questão ucraniana", relatou Yuri Ushakov, conselheiro diplomático de Putin, citado pelas agências de notícias russas.
Yuri Ushakov, conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, indicou que foi alcançado um acordo para esta visita, segundo declarações que realizou para a televisão estatal russa.
Moscovo alinha com o presidente americano nas críticas a capa da revista "Time": "Apenas pessoas doentias, pessoas obcecadas com malícia e ódio - talvez freaks - poderiam ter escolhido esta fotografia", disse a porta-voz do Kremlin.
"A Rússia não é de forma alguma um tigre. A Rússia é geralmente associada a um urso. Não existem ursos de papel e a Rússia é um urso verdadeiro", disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, numa entrevista à rádio RBC.
Ursula von der Leyen acusa Kremlin de "gozar com a diplomacia, espezinhar o direito internacional e matar indiscriminadamente". Ataque de domingo visou um edifício do governo de Kiev pela primeira vez.
Em declarações ao Financial Times, o jornal que revelou o incidente, o porta-voz do Kremlin (presidência russa), Dmitri Peskov, descreveu a informação publicada nas últimas horas como "incorreta".
“Precisamos de pensar sobre isto. Este é um novo acontecimento”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à estação de televisão CNN, de acordo com os meios de comunicação estatais russos. “Mas tentar pressionar-nos é completamente inútil”, acrescentou.
“O mês (da moratória) expirou de facto. De momento, não houve mais instruções do comandante supremo, o Presidente Putin”, disse hoje o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, na conferência de imprensa diária.
“Verifico que Witkoff aceita com demasiada frequência a narrativa do Kremlin”, disse Zelensky, que se encontra em Paris, numa entrevista ao canal público France 2, na qual considerou que “isso vai enfraquecer a pressão sobre a Rússia”.
O ataque ocorre poucas horas antes das conversações na Arábia Saudita entre representantes ucranianos e norte-americanos, que procuram uma solução para o conflito na Ucrânia.
O Presidente da Guiné-Bissau está a viver os últimos momentos de mandato, envolto em polémica, pela data em que este termina, mas também pela dissolução de um Parlamento com uma maioria qualificada.
Visita de Estado do Presidente da Guiné-Bissau à Rússia decorre em plena missão de alto nível da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) em Bissau.
Em entrevista à agência noticiosa norte-americana Associated Press (AP), Zelensky também apelou a mais discussões entre Kiev e Washington para desenvolver um plano para um cessar-fogo.
Depois do referendo na Moldávia, que correu muito mal para as pretensões da União Europeia, seguem-se agora eleições legislativas na Georgia, onde o partido Sonho Georgiano, pró-russo, deve sair vitorioso, o que sucede desde 2012.
"Os três grandes atores com influência estrangeira, a Rússia, o Irão e a China, estão a tentar, até certo ponto, exacerbar as divisões na sociedade norte-americana em seu próprio benefício e veem os períodos eleitorais como momentos de vulnerabilidade", declarou um funcionário do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional numa conferência de imprensa.
A incursão militar ucraniana não pode nem deve ver-se de modo isolado. Insere-se numa campanha mais geral de desinformação para criar nas opiniões públicas europeias um sentimento sobre a guerra favorável à Ucrânia.
“Nesta fase, em face desta aventura, não vamos discutir. (…) Neste momento, seria completamente inapropriado iniciar um processo de negociação”, disse o conselheiro diplomático do Presidente Vladimir Putin, Yuri Ushakov, em declarações ao meio de comunicação social russo Shot.
Em janeiro de 2021, os dados pessoais de vários cidadãos que participaram numa manifestação pela libertação de Alexei Navalny - considerado o maior opositor de Putin e que morreu em março deste ano - chegaram ao Kremlin pelas "mãos" da Câmara Municipal de Lisboa. Cerca de um ano mais tarde, em junho, o caso foi tornado público.