O partido do atual primeiro-ministro, Nikol Pashinyan, segue folgadamente à frente nas sondagens, ‘apesar’ de tantos apoios externos e das reticências da Rússia.
A mais recente sondagem indica que o partido do primeiro-ministro pode alcançar mais de 50% dos votos, o que, a suceder, abrirá caminho à estabilização política, que não foi possível atingir com as eleições de fevereiro. Eleições realizam-se a 28 de dezembro.
Os resultados oficiais das eleições legislativas confirmaram a vitória do partido do primeiro-ministro cessante, Albin Kurti, mas sem maioria absoluta.
O partido no poder no Kosovo, liderado pelo primeiro-ministro, Albin Kurti, venceu as eleições de domingo, mas sem atingir a maioria absoluta lançando o país em novo período de tensão política.
Parece ser um daqueles problemas geopolíticos para o qual ninguém consegue encontrar um antídoto:as péssimas relações entre kosovares e sérvios. Um problema com entrada marcada para o interior da União Europeia.
A associação empresarial minhota deslocou-se a convite do governo kosovar e assinou um protocolo de cooperação com a Câmara de Comércio do Kosovo, com o objetivo de estreitar relações entre as instituições, aproximando assim as regiões e os países. O presidente da Câmara do Porto viajou com a comitiva.
“Hoje, este novo ciclo de diálogo implicará, espero, uma mensagem diferente e terminará com um comunicado diferente”, disse o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.
Washington fez saber que a decisão de substituir o dinar sérvio pelo euro irá certamente aumentar a tensão étnica. A Sérvia acha o mesmo, mas o governo kosovar não quer voltar atrás.
O Alto Representante para a Política Externa e de Segurança da União Europeia (UE) qualificou a isenção de vistos para cidadãos do Kosovo, que entrou em vigor no espaço comum, como “uma decisão histórica”.
O chefe da diplomacia da União Europeia condenou o "horrível ataque" de um grupo armado a polícias no norte do Kosovo, que causou um morto e dois feridos. Mas foi alvo de fortes críticas.
O comandante das forças da NATO no Kosovo (Kfor) advertiu hoje que a situação no terreno permanece instável, apesar de um regresso à calma após os incidentes iniciados em maio nesta antiga província do sul da Sérvia.
"Debati com o primeiro-ministro [kosovar] Albin Kurti a necessidade de reduzir as tensões no norte do Kosovo, retomar o diálogo facilitado pela União Europeia (UE) e aplicar os acordos sobre a normalização das relações entre Kosovo e Sérvia", indicou Von der Leyen na rede social X (antigo Twitter).
Em conferência de imprensa em Pristina, Kurti declarou que as medidas punitivas da UE devem ser retiradas antes de novas eleições em quatro municípios do norte do Kosovo, de maioria sérvia, e cuja convocação constitui uma das exigências da UE.
O prolongado impasse em que nos encontramos há uma década é, acima de tudo, o resultado da complacência dos EUA com a falta de cooperação albanesa, uma vez que a influência de Bruxelas sobre Pristina não é comparável à de Washington.
“O empenho da KFOR da NATO na implementação do seu mandato é inabalável, como atesta o envio de 500 elementos adicionais”, anunciou a porta-voz da Aliança Atlântica, Oana Lungescu.
O primeiro-ministro do Kosovo queixou-se hoje de preconceitos contra o seu país por parte dos Estados Unidos (EUA) e da União Europeia (UE), e de tolerância em relação ao que chamou de regime autoritário da Sérvia.
Quando essa retirada acontecer, o governo sérvio promete reavaliar a prontidão máxima em que o exército é mantido desde 26 de maio. Altos representantes da União deslocam-se aos dois países na próxima semana.
A polícia do Kosovo tentou assegurar a entrada dos novos eleitos nos municípios kosovares de maioria sérvia, à revelia da vontade da população. Em resposta, a Sérvia colocou o exército em estado de alerta máximo.
Chefes de Estado e de governo reúnem-se em torno da Ucrânia “e dos valores europeus”. Mas a agenda tem, ou deve ter, outros assuntos que serão mais polémicos. A adesão do Kosovo pode ser um deles.
A organização de 46 Estados-membros vai reunir na capital da Islândia. A Agenda costuma ser pacífica, mas desta vez não o será: o Kosovo quer o reconhecimento internacional da sua independência e a Sérvia parece continuar apostada em impedi-lo.
O Kosovo organiza eleições locais este domingo, naquele que será mais um teste à forma como o país e o seu vizinho, a Sérvia, estão a entender-se. Todos os indicadores apontam para o desastre.