Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considera "totalmente procedente" ação coletiva interposta a três de junho de 2022 visando reinscrição dos associados do Sindicato Independente de Professores e Educadores que reúnam as condições exigidas na CGA.
O Governo indicou que os docentes do sector público vão voltar a ter direito à reinserção ou reintegração na CGA. Ao JE, a presidente do SIPE refere que recebeu a decisão "com muito agrado", mas aponta para algumas dúvidas e alerta que é preciso esperar pela publicação do respetivo diploma.
Júlia Azevedo, presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores, adianta ao JE que a ação cuja sentença foi favorável engloba dois autores, associados do SIPE, e que o sindicato aguarda com confiança o desfecho das restantes ações que abarcam 574 docentes.
Os sindicatos dos professores e o Governo voltam a sentar-se à mesa dia 21 de maio. Depois das duas primeiras rondas negociais, são mais os aspetos que aproximam as partes do que aqueles que as dividem, ainda assim, a inexistência de compensação no valor da reforma, para os professores que já não terão possibilidade de recuperar, é uma linha vermelha para alguns sindicatos.
O ministro Fernando Alexandre cumpriu a palavra, ajustando a proposta inicial. Mantém a recuperação em cinco anos, mas permite que se recupere metade do tempo logo nos dois primeiros anos. Em 2026 serão recuperados mais 20%, ficando os restantes 30% para os dois anos seguintes. Houve avanços, dizem os sindicatos, mas ainda estamos longe de um acordo.
Na proposta do Governo não está contemplada a recuperação de tempo para quem está nos últimos escalões da carreira docente, medida que o SIPE diz não aceitar.
O ministro Fernando Alexandre admitiu disponibilidade para fazer “alguns ajustamentos” à proposta apresentada às 12 estruturas sindicais que representam os professores. Nesta primeira ronda negocial, a nota é positiva. Para os dias 13 e 21 de maio estão agendadas novas reuniões.
O Sindicato Independente de Professores e Educadores reagiu, esta segunda-feira, à escolha de Fernando Alexandre para ministro da Educação, Ciência e Inovação.
O SIPE - Sindicato Independente de Professores e Educadores – acusa o Governo de violar o princípio da igualdade e adianta que caso a "injustiça não seja corrigida", recorrerá aos tribunais.
A greve a nacional dos professores por distritos, convocada por oito organizações sindicais, chega hoje à cidade dos estudantes, para onde estão marcadas três marchas pela valorização da profissão docente.
Júlia Azevedo, presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores, estará esta terça-feira, 24 de janeiro, no Parlamento a defender a necessidade de melhorar as políticas educativas extremamente penalizadoras da carreira docente e da escola pública.
Ao quinto dia, a greve a nacional, por distritos, convocada por oito organizações sindicais, chega ao nordeste transmontano. Esta sexta-feira realizam-se as últimas reuniões da terceira ronda de negociações entre o ministro da Educação e os sindicatos. Na 24 de julho estarão, entre outros, a FENPROF, o SIPE e o S.T.O.P.
A situação ameaça piorar a partir de 16 de janeiro, segunda-feira, com oito estruturas sindicais unidas para 18 dias úteis de greve que vão percorrer o continente português, de norte a sul, distrito a distrito, até 8 de fevereiro.
Os sindicatos estão em luta contra as políticas do ministro João Costa. Esta terça-feira, 3 de janeiro, tem início a greve ao primeiro tempo, convocada pelo SIPE, enquanto a Fenprof promove uma concentração junto ao Ministério da Educação, a partir das 11h00.