Inteligência Artificial e dados são a grande aposta do momento. Escolas reforçam oferta e procura revela solidez. As clássicas liderança, gestão e estratégia continuam na ordem do dia.
O MBA é um programa de formação avançada em gestão. No conjunto das vertentes ‘full time’ executivo e online há seis programas lecionados por três
instituições portuguesas que se distinguem nos rankings.
O paradigma de aprendizagem ao longo da vida e a necessidade de requalificar a força de trabalho tornaram a formação indispensável. A academia agarrou a oportunidade e já colhe frutos. O ano de 2026 fica para a história como aquele em que pela primeira vez seis escolas de formação de executivos figuram no top 100 mundial dos Programas Customizados e dos Programas Abertos. Um feito. Mas há mais protagonistas.
A formação à medida, ou 'tailor made' cresce no país e em reconhecimento internacional. O top 100 mundial do Financial Times, referência do setor, inclui, pela primeira vez, programas Customizados de seis escolas portuguesas.
IA, sustentabilidade e ética tendem a ganhar destaque. Os modelos híbridos e flexíveis também. Mas, no final, o que importa, independentemente dos modelos, formatos e temáticas, é “formar decisores capazes de pensar, integrar e agir”.
Diversidade nas turmas, experiências internacionais que vão de Silicon Valley e Boston a Tóquio, e rede global de parceiros académicos e corporativos. A internacionalização é um pilar nos programas de MBA ministrados em Portugal, que se reforça a cada ano.
O Executive MBA da Porto Business School faz a sua estreia no ranking do Financial Times Executive MBA 2025, divulgado esta segunda-feira, 13 de outubro e o MBA executivo do ISCTE Executive Education continua a escalar posições. Na lista dos 100 melhores EMBA do mundo, destaque ainda para aquele que chegou a ser a única presença portuguesa: o The Lisbon MBA Católica| Nova. Este ano ocupa a 61.ª posição.
José Crespo de Carvalho, presidente Escola de formação executiva do ISCTE, e Bruno Pereira, diretor de Atração, Gestão de Talento e Human Resources Business Partner do Bankinter Portugal, assinaram um protocolo de colaboração, que cria condições específicas de acesso aos colaboradores do banco.
A iniciativa pretende ajudar no desenvolvimento de competências em liderança, comunicação estratégica e resolução de problemas nas equipas da Trofa Saúde.
A IA está presente nas mais variadas formas nos programas das escolas de gestão para os líderes que vão moldar os negócios do futuro. Há novas disciplinas e unidades curriculares, e casos de estudo sobre empresas que conduzem a transformação digital através de IA. A par da exploração de parcerias com tecnológicas para garantir o acesso às últimas ferramentas nos cursos de MBA. Há de tudo.
A NOVA SBE conquista a melhor posição de sempre - 18.ª - de uma escola portuguesa no ranking do Financial Times Best European Business Schools 2024. Os resultados divulgados esta segunda-feira, 2 de novembro, trazem outra novidade de estalo: a Católica Porto Business School integra pela primeira vez o top, juntando-se neste olimpo à Católica-Lisbon, Universidade do Porto FEP/PBS, e lisboetas ISCTE e ISEG.
Curso destina-se a profissionais da área da saúde ou com outra formação de base, que pretendem assumir ou melhorar funções de gestão de unidades de saúde e obter o grau de mestre em Gestão Aplicada na Saúde.
A NOVA SBE lidera em Portugal na Formação de Executivos, sendo a 13.ª melhor do mundo nos Programas Customizados. No ranking Executive Education 2024 do Financial Times, divulgado esta segunda-feira, brilham também o ISCTE Executive Education, o ISEG EXecutive Education, a Católica-LISBON e a Porto Business School.
O melhor programa português é o Executive MBA do The Lisbon MBA Católica|Nova, na 63.ª posição. A fechar a lista está o Executive MBA do Iscte Executive Education. O EMBA Financial Times 2023 contempla programas de 39 países.
Numa conferência organizada pelo Iscte Executive Education, responsáveis de quatro grandes empresas admitiram que é cada vez mais difícil conseguir mão de obra qualificada, porque aquela que formamos está a sair do país.