Colar de rainha egípcia, com 673 diamantes, foi roubado em pleno dia, em Viena, Áustria. A polícia investiga dois homens que entraram no museu com bilhete e de cara destapada.
É interessante perceber que, mesmo num mundo dominado pela digitalização e pelos ativos financeiros abstratos, continua a existir uma procura muito forte por bens nos quais podemos tocar. E a joalharia ocupa aí um espaço muito particular.
O assalto mediático ao Museu do Louvre, ocorrido a 19 de outubro de 2025, inspirou o documentário “Louvre Heist: Minute by Minute”. Uma reconstituição minuto a minuto que estreou no canal ID – Investigação Discovery e também se encontra disponível na HBO Max.
É o caso da joalharia Tiffany, do grupo francês LVMH, que com os altos preços do ouro, as tarifas norte-americanas e o enfraquecimento do dólar tem apresentado dificuldades.
As experiências de luxo continuam a atrair consumidores, uma vez que estes estão a favorecer os tratamentos pessoais e bem-estar em detrimento de bens. Bens de consumo estão a atrair menos, especialmente a Geração Z.
Mais do que acessórios, as joias devem ter significado e servir de inspiração. Daí que cada peça da portuguesa Wonther personifique a singularidade de cada indivíduo, qual lembrete constante da sua força e direito a viver uma jornada única.
Todos os diamantes comercializados por esta ourivesaria centenária e nacional respeitam o Processo de Kimberly, o que significa que existe a garantia que são obtidos em zonas livres de conflito.
As joias, testemunhos de ligação entre gerações, devem ser um legado de arte, de memórias e de valores. Fique a par das novidades de uma indústria pioneira na sustentabilidade.