As obras de arte do antigo banqueiro tinham sido vendidas ilegalmente, quando este pensou estar a ser condenado por crimes de branqueamento, tendo a PJ recuperado as obras de arte de Londres.
Jaime Antunes, que lidera a Kendell, alerta para a política de litigância das comissões liquidatárias da Privado Holding e do Banco Privado, acusando-as de delapidar a massa insolvente e de arrastar a já muitas vezes adiada liquidação.
Quando João Rendeiro morreu na prisão na África do Sul, país onde aguardava extradição para Portugal, Maria de Jesus Rendeiro referiu que o ex-banqueiro tinha primos direitos mas que não tinha condições de os identificar, deixando o Ministério Público à procura desses mesmos familiares.