O país – que não é membro da NATO e isso pode fazer alguma diferença – tem no debate uma das prioridades da sua presidência do Conselho da União Europeia.
Além do crescimento forte, a Irlanda deve ainda conseguir atingir saldos orçamentais positivos nos próximos dois anos, liderando também nesta vertente o bloco euro. A confirmar-se este cenário, Dublin conseguirá registar cinco excedentes orçamentais consecutivos, um desempenho assinalável e que supera o também elogiado trajeto português.
O peso das multinacionais na economia irlandesa chegou a fazer soar os alarmes com as tarifas dos EUA, mas país tem resistido à tensão comercial e antecipa um crescimento nos dois dígitos. Contrasta com a estagnação que domina a Europa. Desde 2013, cresceu três vezes mais do que Portugal.
Os saldos positivos continuam a ser raros entre os países da moeda única, com apenas três governos a anteciparem um excedente no próximo ano. Portugal só fica atrás de Chipre e Irlanda, que têm as metas mais ambiciosas. Na dívida, se tudo correr bem, supera Finlândia. E no crescimento económico, fica em quinto lugar.
Cidade irlandesa gira em torno deste lucrativo negócio e, agora, enfrenta incertezas após ameaça de tarifas de 15% sobre exportações farmacêuticas da UE. A Fábrica da AbbVie, que emprega 1.300 pessoas, está em risco.
Nada é mais absurdo do que decretar uma taxa homogénea sobre grandes empresas num continente de legislações fiscais desiguais. Von der Leyen divide, não reinará.
O enorme crescimento do PIB da Irlanda impulsionou toda a Europa, mas os analistas suspeitam que é em grande parte uma expansão artificial. Entre outras razões, por causa das gigantes multinacionais que ali se instalaram.
Associação Nacional de Agências de Viagens apresentou queixa formal à Autoridade da Concorrência, na qual denuncia "abuso de posição dominante, potencial violação de RGPD", entre outras, pela companhia aérea 'low cost'.
Para Francisco Seixas da Costa vale a pena levar em consideração as primeiras eleições que vão ter lugar na Europa já a seguir à vitória de Donald Trump nos Estados Unidos: a Roménia, um dos países mais pobres dos 27; e a Irlanda, o país mais competitivo do bloco.
Na Irlanda, os partidos tradicionais asseguram uma hegemonia política, pesem embora as diferenças entre cada um. Na Roménia, a extrema-direita está a crescer.
Até que ponto os vasos comunicantes com as diversas extremas-direitas na Europa vão na realidade comunicar, é algo que terá de ser observado caso a caso. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa em ‘A Arte da Guerra’, da plataforma multimédia JE TV,
Francisco Xavier de Almeida, sócio da área de Corporate M&A, esteve à frente da transação, contando com o apoio dos advogados David Apolónia e Manuel Duarte Neves Gonçalves.
Foram efetuados mais de vinte mil testes por parte de uma tecnológica francesa e Portugal bateu não só a vizinha Espanha como superou França, Irlanda, Alemanha, Itália e Reino Unido.
O advogado José Calejo Guerra, de Direito Fiscal, considera que este desfecho foi “de alguma forma surpreendente", significa “uma vitória estrondosa” da Comissão Europeia e pode levantar questões para o caso de Portugal, que tem a Zona Franca da Madeira e regime de RNH.
Em causa estão 13 mil milhões de euros em benefícios fiscais ilegais concedidos pela Irlanda, a sede europeia da tecnológica norte-americana. TJUE quer montante de volta ao país.
Para a realização desta operação o banco está a fazer uma reorganização, dividida em três partes. Primeiramente a aquisição pelo Bankinter à sua subsidiária Bankinter Consumer Finance da totalidade das ações que compõem o capital social emitido pela Avant Money.
A cerca de um ano das eleições legislativas, o mais jovem primeiro-ministro do país tem como principal função tentar manter a hegemonia política do partido. Mais de 13 anos de poder não ajudam.
A Irlanda mistura um forte pendor liberal em termos económicos com um catolicismo romano que parece ancorar a sociedade numa Idade Média que desapareceu há uns bons séculos.