Tecnológica norte-americana tem apostado na integração da Inteligência Artificial nos seus produtos. Prova disso são as novidades que lançou na conferência Google I/O.
A gigante chinesa de comércio eletrónico diz que o investimento total vai exceder os gastos que a empresa teve em IA e computação em nuvem na última década.
Com a startup chinesa nas bocas do mundo, é notório que a China ameaça a posição dos EUA enquanto líderes. Com a demonstração de que os modelos de IA podem ser muito menos dispendiosos do que se pensava, o setor pode crescer na Europa, de acordo com um economista contactado pelo JE.
Na semana passada, o Tribunal Geral da UE deu razão à Sumol+Compal Marcas numa divergência com uma empresa francesa devido às palavras “frutologia” e “fruitology”, A advogada Ana de Sampaio, que esteve com o caso, diz ao JE como a notoriedade de marca é importante nestes processos e fala, com visão posititva, do desenvolvimento tecnológico.
O estudo apontou também que "as poupanças de tempo parecem ser consistentes entre os diferentes setores. Os trabalhadores nos setores da energia, utilities e clean technology foram os que pouparam mais tempo, 75 minutos por dia, enquanto os do setor aeroespacial e de defesa foram os que apresentaram as menores poupanças, com 52 minutos por dia".
A aposta surge na sequência de o primeiro-ministro britânico mostrar interesse na atração de investimento estrangeiro em IA. São várias as tecnológicas que já prometeram aderir, com as norte-americanas ServiceNow e CoreWeave em destaque.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) considera que a intenção avançada pelo Governo de recorrer a ferramentas de Inteligência Artificial na Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) para fazer inspeção “é, neste momento, uma anedota”. STI diz que problemas estruturais da organização continuam sem resolução e admite todas as formas de luta.
Os portugueses têm-se mostrado curiosos sobre o que é a Inteligência Artificial, os seus desafios e o que esta permite. No Dia da Valorização da Inteligência Artificial, o Jornal Económico foi saber, junto da Google, quais as pesquisas mais efetuadas em Portugal.
Portugueses admitem sentir-se confortáveis quando jornalistas se apoiam na Inteligência Artificial (IA) para a produção de conteúdos, nos quais excluem ajudas em temas como política e crime. Ainda assim, quando são notícias produzidas por IA com alguma supervisão humana, um quarto dos inquiridos assume estar "desconfortável".