País torna-se o primeiro Estado-membro da União Europeia a integrar a rede global da HealthAI, reforçando ambição de liderar a governação da inteligência artificial no setor da saúde.
“É normal os prazos serem estes. A média de autorização é de cinco dias. Há casos de zero a dois dias”, referiu, salvaguardando sempre que em causa estão medicamentos para áreas muito sensíveis por estar em causa uma patologia rara.
Os dados enviados à Lusa pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) indicam que, no ano passado, foram 55 os medicamentos inovadores introduzidos, designadamente nas áreas da oncologia, cardiovascular, anti-infecciosos, sangue, hipertensão e pulmonar. Em 2021 tinham sido 54.
A utilização do medicamento pembrolizumab no cancro da mama triplo negativo metastático, reivindicado por doentes, vai ser autorizada pelo Infarmed, segundo fonte oficial.
A lista que entra esta terça-feira em vigor apresenta medicamentos para o tratamento da diabetes, antibacterianos, antipsicóticos, antipiréticos, ansiolíticos, sedativos, hipnóticos, a vacina adsorvida pneumocócica poliosídica conjugada.
O presidente do INFARMED, Rui Ivo Santos, mostrou disponibilidade para explorar a proposta e sugeriu começar por um produto concreto, noticia o jornal espanhol elEconomista.es, esta quinta-feira, 13 de abril.
Infarmed tem, por lei, 210 dias para avaliar um novo fármaco (mas já aprovado pela Agência Europeia do Medicamento). Em Portugal demora o triplo desse prazo (676 dias), mais ainda no caso de produtos oncológicos, aponta odiretor-geral da GSK Portugal, Maurizio Borgatta.