A atual crise energética vem chamar a atenção para a importância dos biocombustíveis de 2ª geração para a descarbonização e maior independência dos combustíveis fósseis.
Uma primeira prioridade para a energia em Portugal deverá ser o combate ao desperdício, promovendo a optimização e a eficiência nos equipamentos assim como dos edifícios e o consumo energético em geral.
As famílias e as empresas colhem agora os frutos do investimento feito nos últimos 15 anos em renováveis em Portugal. Esta é uma aposta que não podemos desacelerar.
A Europa deverá ser o grande precursor do hidrogénio, mas os EUA e a China também se perfilam neste desafio que é determinante para cumprir o desígnio da descarbonização. E Portugal pode destacar-se nesta área.
Portugal mantém o foco na trajetória que tem traçado rumo a uma incorporação crescente de renováveis no consumo de energia, sendo que existe um mar de possibilidades que se abrem para acelerar este caminho.