Voltamos ao slogan da revolução francesa porque pensamos que ele continua válido, como referência para uma nova intervenção no plano europeu que privilegie o reforço da integração na resposta aos problemas.
Quero uma cidade vibrante e com investidores, mas recuso os guetos, seja para ricos ou pobres. Construir em cima de património que é de todos, como o clube da Monsanto, é crime cultural.
O desdém pelo investimento olímpico arrisca passar uma mensagem limitada e pouco ambiciosa em relação à importância do desporto na sociedade e na economia.
É preciso contrapor aos populismos alternativas credíveis e soluções concretas aos novos, diferentes e complexos problemas dos cidadãos. E todos teremos de contribuir.
O PSD não pode continuar a ignorar os estragos eleitorais que o Chega lhe está a provocar, quer à direita quer ao centro, precisando de assumir alguns dos temas que mobilizam os eleitores.