Lisboa, Porto e Braga são os distritos que se destacam com os valores mais elevados de insolvências declaradas, totalizando 210, 178 e 118 processos, respetivamente.
A incerteza em torno da evolução tarifária afeta uma em cada quatro empresas portuguesas. De acordo com o Estudo de Gestão de Risco de Crédito em Portugal, 43% das empresas estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a afetar o custo dos seus produtos e as margens comerciais em 25% dos casos, muito acima dos valores registados na ronda do inquérito do outono (12%). Além disso, 3% afirmam estar à procura de novos parceiros comerciais para evitar o custo das tarifas.
A leitura dos dados de dimensão mostra um domínio quase absoluto das microempresas, que representam 93% do total, com apenas 7% de pequenas empresas. Esta configuração revela um setor altamente atomizado, assente em negócios de reduzida escala, tipicamente mais vulneráveis a alterações no consumo e a pressões de margem, mas simultaneamente mais resilientes na adaptação local, diz Iberinform.
Este aumento demonstra um sinal de dinamismo do setor nos últimos anos, tendo em 2024 verificado uma subida de 5% no volume de negócios, para um total de oito mil milhões de euros. Por outro lado, e apesar deste crescimento, cerca de um terço das empresas do setor apresenta um risco elevado, embora a maioria (57%) estejam num nível de risco médio.
Segundo dados recentes do Insight View, publicados pela Iberinform, embora as microempresas representem a esmagadora maioria do tecido empresarial (91%), o seu peso financeiro é reduzido, concentrando apenas 11% da faturação total do setor.
Estas empresas são definidas por possuírem menos de cinco anos de existência, terem gerado pelo menos dez empregos e alcançado um crescimento médio anual superior a 20%, seja em volume de negócios ou no número de empregados, nos últimos três anos.
Dados do Crédito y Caución revelam que o ambiente económico em termos gerais é visto por 40% das empresas como o principal desafio para o futuro, com 37% a apontarem as margens comerciais e 35% os custos laborais.
Valor é partilhado num comunicado da Iberinform, filial da Crédito y Caución. Documento revela ainda que nos primeiros sete meses do ano, as declarações de insolvência apresentadas pelas próprias empresas aumentaram 23%, somando 103 ações a mais.
A dinâmica empresarial portuguesa manteve-se negativa, fruto do aumento nas insolvências para um total de 425 casos em maio. A subida foi particularmente expressiva nos casos em que as próprias empresas apresentam a declaração.
Além disso, 95% não dispõem de qualquer manual interno que defina a política de riscos comerciais e, em 27% dos casos, não existe um departamento responsável pela sua gestão, revela estudo da Crédito y Caución e Iberinform.
Além disso, 11% das empresas afirmam que correm o risco de encerrar devido às faturas não pagas. O estudo, impulsionado pela Crédito y Caución e pela Iberinform, incluiu a participação de gestores de mais de 300 empresas de diversas dimensões e setores de atividade.
De acordo com um estudo da Crédito y Caución e Iberinform, para lidar com a pressão financeira, a expansão do crédito comercial junto aos fornecedores é a principal estratégia utilizada, com 49% das empresas a recorrer a esta fórmula para cobrir as suas necessidades de liquidez adicional.
A Crédito y Caución aponta que a governabilidade continua a ser o principal desafio para as perspetivas económicas do Brasil e piorou após as eleições de meio do mandato em 2024.
O setor agrícola e outros recursos naturais foram uma exceção, tendo registado um aumento de 8,9% na criação de empresas, juntamente com o setor de atividades imobiliárias, com um crescimento de 9,2%.
Segundo um relatório da Iberinform, filial do Crédito y Caución, 30% deste valor resultou das exportações de produtos das empresas do setor no ano de 2023.
A Iberinform, filial da Crédito y Caución, uma das principais operadoras globais de seguros de crédito com presença direta em mais de 50 países, na sua análise de hoje revela que 39% dos transportes rodoviários de mercadorias encontram-se em risco de incumprimento. Segundo dados do Insight View, aproximadamente 21% destas empresas foram constituídas nos últimos […]
Estudo da Iberinform sobre a gestão do risco de crédito em Portugal, aponta que 21% das empresas não aplicam uma política de risco para gerir a prospeção de clientes.
As dificuldades dos clientes em pagarem estão a levar duas em cada três empresas a prolongarem os prazos de pagamento, de acordo com as conclusões de um estudo.
Os atrasos afetam 72% das empresas portuguesas, entre as quais mais de um terço se vê limitada em crescer e efetuar novos investimentos, de acordo com um estudo da Crédito y Caución e Iberinform.
A conclusão é da Iberinform, filial da Crédito y Caución, e diz que 25% das empresas grossistas de eletrodomésticos, aparelhos de rádio e de televisão enfrenta risco de incumprimento.
De acordo com os dados mais recentes do Insight View da Iberinform, 51% destas empresas foram constituídas nos últimos cinco anos, o que indica um crescimento contínuo e um dinamismo significativo nesse mercado.