Autonomia estratégica não significa neutralidade, muito menos equidistância entre Estados Unidos, China e Rússia. Significa possuir capacidade suficiente para escolher.
A pergunta estratégica para Portugal não deveria ser apenas como atrair mais investimento estrangeiro. A questão mais importante é como transformar o país em um dos destinos mais desejados do mundo para cientistas, pesquisadores, empreendedores e profissionais altamente qualificados.
Ao anunciar dez planos de ação conjunta, Pequim deixou claro o seu compromisso em fazer aquilo que o Ocidente não faz há muito tempo: preocupar-se com o efetivo desenvolvimento dos países africanos.
O risco de se ver qualquer conflito a preto e branco e de nos concentrarmos apenas nas ocorrências militares do mesmo, significa perder a oportunidade de pensar uma alternativa ou reforçar as instituições internacionais que podem oferecer opções negociais.