Governo dos EUA cancelou contratos com consórcio da EDPR. Estado da Califórnia não gostou e abriu investigação por já ter investido 100 milhões de dólares para apoiar as eólicas offshore.
Trump vai fazendo avançar a sua agenda através da contundência e do absurdo. É uma forma de atuação por vezes balbuciante, por vezes agressiva, mas eficaz em desorientar quem ainda procura pontes num tabuleiro que ele próprio se esforça por desorganizar.
Newsom está no segundo mandato à frente da Califórnia, o estado mais populoso e economicamente poderoso do país. Nos últimos dias, passou a lidar com um novo desafio: confrontos entre manifestantes e polícias e atos de vandalismo em protestos contra a política de imigração imposta por Trump.
Aos 57 anos, Gavin Newsom, ascendeu, à condição, a possível candidato às primárias dos democratas com vista às presidenciais de 2028 – e tem no currículo uma não-despicienda ameaça de prisão por parte do atual presidente, Donald Trump.
A Guarda Nacional pode permanecer no local e os fuzileiros navais também serão autorizados. Mas a decisão do tribunal de apelação suspende (não reverte) uma decisão contrário de um tribunal de pequena instância. Assunto voltará a ser analisado na terça-feira.
“Atiçou ainda mais as chamas e fê-lo de propósito”, afirmou o governador, referindo-se a Trump, numa comunicação ao vivo transmitida ao final de cinco dias de protestos e confrontos devido às rusgas de imigração que estão a decorrer no condado.
A política de deportação em massa de imigrantes ilegais tem provocado motins no Estado da Califórnia, que está sob governação de Gavin Newsom. No mesmo âmbito, o democrata está em choque com o presidente dos EUA.