"O importante é perspetivar o que temos pela frente: eleições a 10 de março, precedidas de uma campanha eleitoral", disse Mário Nogueira, líder da FENPROF.
Do lado da Fenprof, a Federação defende que esta greve é a "resposta que o ministro merece" e na Andaep acreditam que a negociação entre professores e ministério requer a intervenção do Presidente da República.