Os dois reatores da central nuclear de Cernavodă produzem, em conjunto, 1.400 megawatts, o equivalente a cerca de 20% da eletricidade consumida na Roménia.
A Ford vai deter 66% da nova estrutura e a Geely 34%. "A nova joint venture irá produzir veículos de passageiros multienergia da Ford e da Geely para o mercado europeu, promovendo uma maior variedade de opções e valor para os condutores europeus", referiram as duas fabricantes automóveis.
Marca histórica de Detroit desiste de ter grandes pickups à americana 100% elétricas. Vai apostar em pequenos elétricos low cost, híbridos e EREV, e claro, manter a aposta nos clássicos modelos americanos movidos a gasolina.
Os Estados Unidos vão introduzir tarifas no setor automóvel em abril. Fabricantes como a Volkswagen, a Hyundai-Kia, Mercedes, e a Nissan seriam "as mais afetadas", como salientam os analistas consultados pelo JE).
São já várias as fabricantes a operar na Europa a anunciarem o encerramento de fábricas e o despedimento de milhares de colaboradores, num cenário em que a fraca procura por carros elétricos e a concorrência da China estão a pressionar o setor automóvel.
As empresas mais afetadas estão a ser a Stellantis, dirigida pelo português Carlos Tavares, que desvaloriza 4,14%, enquanto que a Volkswagen cai 2,16% e a Nissan desce 3,64%. A Tesla, de Elon Musk, que esteve envolvido na campanha de Donald Trump, e que deve entrar na administração do executivo norte-americano, fechou a sessão de ontem a cair 3,96%, mas em pré-mercado está a subir 0,53%.
A fabricante automóvel Ford anunciou hoje que vai reduzir o número de trabalhadores na Europa em 4.000 até 2027, justificando a medida com a branda evolução económica, com o aumento da concorrência e vendas abaixo do esperado.
A automotora apresentou receitas acima de 43 mil milhões de dólares no terceiro trimestre, que ficam acima do que estava a ser apontado pelos analistas. Ainda assim, os títulos estão a desvalorizar de modo acentuado.
O gigante automóvel norte-americano chegou a acordo com o poderoso UAW pondo fim à greve de seis semanas. Os trabalhadores vão regressar ao trabalho durante o processo de ratificação do acordo.
A suspensão da construção da fábrica, que compõe um investimento superior a três mil milhões de dólares, chega numa altura em que as fábricas de automóveis nos Estados Unidos estão sob fogo por parte dos trabalhadores, que têm receio de perder os seus postos de trabalho com a mudança para os veículos elétricos.
A indústria automóvel nos EUA começa a sentir os efeitos de um verão que tem sido de conflitualidade laboral do lado de lá do Atlântico. A elevada inflação que se faz sentir nos EUA tem criado um fosso entre as posições dos empregadores e dos sindicatos em alguns sectores.
A Azitek surgiu no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e visa utilizar a tecnologia de radiofrequência para automatizar a realização de inventários na maior fábrica da marca na Europa.
O modelo da Ford é descontinuado a partir de julho, ainda que sem data para o último carro rolar dos carris na fábrica. A marca terá como um dos seus focos as viaturas elétricas.
A indústria automóvel britânica está sob pressão. A Ford e da Stellantis defendem uma extensão das atuais regras comerciais ou avisam que os investimentos em veículos elétricos em solo britânico poderão estar em risco.
“Não vemos um grande incentivo [no corte de preços]. Se isso significar menos vendas no curto prazo, que seja”, disse Thierry Piéton, administrador financeiro do Grupo Renault, uma das maiores fabricantes europeias.
A empresa americana de automóveis, Ford, vai lançar no próximo ano um modelo de carrinha elétrica, para satisfazer as necessidades de algumas cidades europeias que tencionam abolir os veículos a combustão.
A subida no volume de negócios foi pautada pelos aumentos nas vendas dos modelos F-Series e SUV Bronco, na ordem de 21% e 38%, respetivamente, no primeiro trimestre. A marca de luxo Lincoln não seguiu o mesmo caminho e caiu 1,1%.