Nos mercados mais maduros, da Europa e do Golfo Pérsico, a preocupação das empresas familiares deixou há muito de ser apenas a criação de riqueza e passou a ser a sua preservação e passagem entre gerações.
O verdadeiro desafio contemporâneo não é escolher entre tradição jurídica e sofisticação patrimonial, mas em encontrar formas de adaptação sem perda de identidade.
O maior risco do capital de risco não é investir em inovação. É investir sem visão, é investir sem compreender que não é só sobre dinheiro, é sobre capacidade de definir e governar futuros possíveis.
O empresário sem herdeiros tem diante de si um processo de reflexão que acaba por conduzir a um modelo de doação organizada e profissional do seu património para causas beneméritas que lhes são caras.