"Manuel Cargaleiro deixa um legado ímpar, cruzando referências e gerações", diz a nota de pesar de Dalila Rodrigues, assinalando que Cargaleiro, nascido em 1927, em Chão das Servas, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) criou a fundação com o seu nome em Castelo Branco, cujo Museu mostra a sua obra, incluindo a extensa coleção de cerâmica.
“Em meu nome pessoal e do Partido Socialista, manifesto o nosso profundo pesar pelo falecimento de Manuel Cargaleiro, prestando-lhe homenagem e transmitindo à sua família e amigos as mais sentidas condolências”, escreve Pedro Nuno Santos numa mesagem colocada no site do PS.
"Tendo vivido em Paris desde 1957, Manuel Cargaleiro nunca deixou que o cosmopolitismo significasse desenraizamento. Prova disso é a memória das imagens e das cores da Beira Baixa na sua obra, nomeadamente a lembrança das mantas de retalhos; prova disso igualmente a empenhada presença do artista na região onde nasceu, através da Fundação e do Museu Cargaleiro", lê-se na mensagem de pesar de Marcelo Rebelo de Sousa.
“É com imensa tristeza que comunicamos a passagem do compositor Carlos Lyra, nessa madrugada, de forma inesperada. A todos, agradecemos o carinho”, referiu a família nas redes sociais, segundo notícia publicada hoje na edição ‘online’ da revista Veja.
O jornalista faleceu esta sexta-feira, aos 55 anos. Era grande repórter do JE desde a fundação do jornal, em 2016. As cerimónias fúnebres terão lugar este domingo, 23 de abril, às 10:00, na Igreja de São Tomás de Aquino, nas Laranjeiras, em Lisboa.