Defender que o ensino superior deve estar aberto a todos não é defender facilitismo. É defender que o talento não pode ser desperdiçado por razões económicas, geográficas ou sociais.
Vivemos alterações profundas na forma como lemos e consumimos cultura. E nenhuma faixa etária é imune a essa mudança. Este não é um desafio fácil, mas importa perguntar: queremos formar leitores ou apenas alunos que passam exames?