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China desacelera e tem margem reduzida para estímulos

Apesar dos dados desapontantes do lado macro, Pequim deve manter a prioridade económica na redução da dívida, sendo duvidoso que avance com estímulos orçamentais generalizados. Já do lado monetário é expectável novo corte das taxas de juro, sobretudo dada a queda do investimento.
João Barros18 Jul
China desacelera e tem margem reduzida para estímulos

Braço de ferro entre bancos centrais e governos

A irresistível vontade dos governos em proteger a economia e as famílias poderá dar lugar a um maior endividamento público, que em alguns países, como Itália e Portugal, se encontram já em níveis bastante perigosos. Acresce que existe uma crise com o custo de vida, pelo que o aumento da pobreza é uma ameaça que deve ter sida em conta em 2023.
Braço de ferro entre bancos centrais e governos