A decisão foi transmitida numa reunião do Conselho do Almirantado e posteriormente ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e ao ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, de acordo com a Lusa.
Aparentemente, também já ninguém consegue determinar se a escalada de preços dos bens alimentares decorre da especulação dos comerciantes ou do acréscimo de custo dos factores de produção.
"Eu não disse que não perdoava, eu disse que não esquecia e que este ato vai ficar registado na nossa história. Porque um ato de insubordinação nas forças armadas é um ato com uma gravidade muito grande", disse o Almirante Gouveia e Melo depois de se ter reunido com os militares.