Há 20 países africanos com satélites em órbita e vários outros estão a criar programas espaciais. Nos últimos cinco anos, o investimento mais do que duplicou.
A localização destes centros de desenvolvimento ainda estão por definir. O JE sabe que a antiga fundição de Oeiras é uma das opções em cima da mesa para este concelho. “Queremos começar a criar massa crítica para desenvolver aqui a constelação MH-X e atrair e fixar engenheiros, que muitas vezes saem do país porque não encontram desafios em Portugal”, diz a diretora de Tecnologia do CEiiA.
Aeros é o segundo satélite de Portugal, 30 anos depois do PoSat-1, e foi criado por um consórcio da Thales Edisoft Portugal e CEiiA. Lançamento realiza-se em março a bordo de um foguetão Falcon 9.
Investimento foi coliderado pelas sociedades de capital de risco Shilling VC, Iberis Capital e FundBox. O plano da empresa é recrutar mais uma dezena de trabalhadores até ao final do ano, disse ao Jornal Económico o CEO.
Caso seja bem sucedida a Índia vai ser o primeiro país a pousar perto do polo sul da lua, um polo muito pouco explorado. E vai ser o quarto a conseguir pousar na lua, depois dos Estados Unidos, da ex-União Soviética e da China.
A empresa, cujo negócio é reaproveitar espaços vagos e desocupados de imóveis em cidades para soluções de armazenamento, prevê chegar às cinco localizações no país até final do ano e expandir até pelo menos doze unidades até ao fim de 2024.
A empresa especializada em engenharia, desenvolvimento e integração de sistemas estará encarregue da segunda geração do Galileo, introduzindo de serviços e softwares novos, fazendo melhorias nos existentes e aumentando a precisão, a robustez e a segurança do sistema de navegação da União Europeia.
Este voo da Virgin Galactic terá intuito científico. Em agosto está previsto mais outro voo, sendo que a partir deste mês a periodicidade deve ser mensal, planeia a empresa liderada por Richard Branson.
O radar vai "acrescentar uma cobertura essencial" na Europa e apoiar os "compromissos regionais e nacionais com a segurança, proteção e sustentabilidade espaciais", diz a LeoLabs.
O pedido de insolvência surge poucos dias após a empresa do milionário britânico ter anunciado que iria encerrar a atividade e despedir 85% dos trabalhadores para “reduzir despesas devido à incapacidade da empresa de garantir financiamento".
Iniciativa conjunta da Agência Internacional de Energia Atómica e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o concurso consiste na criação de uma ilustração em papel ou digital.
O centro tem por objetivo "promover o desenvolvimento de capacidades tecnológicas do sector espacial, nomeadamente de acesso e retorno ao espaço, criando sinergias e reforçando as condições de atratividade para novas empresas e novos serviços, visando a criação de emprego e o reforço do ecossistema espacial da ilha de Santa Maria", explica nota do Ministério.