Referências à sustentabilidade tornam-se inócuas enquanto não houver consciência do funcionamento dos sistemas produtivos que sustentam a distribuição dos bens e serviços.
Não podemos aceitar que continue em vigor a narrativa do presidente omnipresente e omnipotente, pois isto leva-nos a questionar qual o papel de ministros, secretários de Estado e toda a sua equipa de auxiliares.
Não quero ser accionista da TAP, mas enquanto ela for de todos os portugueses tem de ser severamente escrutinada, porque a sua gestão cheira demasiado a esturro.