Falar de números de aborto, a longo prazo, sem considerar a drástica redução de nascimentos, em Portugal, nos últimos 15 anos, é desprezar por completo o sentido crítico dos portugueses.
Não se consegue captar e manter a atenção com longas arengas e discursos, mesmo recorrendo a todas as virtudes da arte da retórica. Por vezes basta uma palavra: 'Change' (Obama).
Deveria ter sido feita uma reflexão no pós-socratismo. Há muito, mas sempre vão a tempo de a fazer. Simplesmente, entretanto, o escândalo maior é outro.