O novo CFO da Embraer tem experiência de liderança em áreas estratégicas como operações financeiras, tesouraria, seguros, customer finance e centro de serviços compartilhados.
A empresa brasileira conseguiu um aumento de 47% na comparação com o mesmo período do ano passado. Aviação comercial, aviação executiva e defesa são as suas três linhas de mercado.
O memorando de entendimento foi hoje assinado com a indiana Adani Defence & Aerospace para desenvolver no país asiático “um ecossistema integrado de aeronaves com foco na aviação comercial regional”, sublinhou a fabricante de aviões brasileira em comunicado.
A empresa de aviação brasileira realizou 244 entregas de aeronaves em 2025 superando as 206 do ano passado. No quarto trimestre foram entregues 91, um valor mais elevado face ao trimestre anterior e ao período homólogo.
“Hoje damos este passo, que é relevante. Não adquirimos apenas, adquirimos e queremos participar e hoje assinamos esta carta de intenção que tem em vista a criação de uma fabrica de produção de aeronaves Super Tucano em Beja”, anunciou Nuno Melo.
Os acordos, refere a Embraer, inclui as seguintes instituições e empresas da Lituânia: Universidade de Tecnologia de Kaunas (KTU), a Universidade Técnica Gediminas de Vilnius (Vilnius Tech), Aktyvus Photonics, J&C Aero, Nordic Aircraft Systems, Brolis Defence, DAT e o Instituto Báltico de Tecnologia Avançada (BPTI).
O segundo trimestre do ano ainda não foi afetado pelas tarifas impostas pelo governo dos EUA. Mesmo assim, o grupo mantém as metas operacionais e financeiras inalteradas para o final do ano.
O responsável da Embraer em Portugal destaca que a mudança desta unidade para Portugal confirma "a vontade da empresa em criar valor e desenvolver a sua atividade para a Europa e para a NATO, a partir do território português".
Esta iniciativa decorre de um Memorando de Entendimento (MoU) recentemente assinado entre o Governo do Marrocos e a Embraer, visando explorar potenciais projetos conjuntos.
Segundo fonte do gabinete do primeiro-ministro, este encontro, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), teve como objetivo "abordar oportunidades de cooperação e de investimento económico em setores estratégicos para os dois países".
Por segmentos, a aviação comercial registou um valor de 10,2 mil milhões de dólares, o que representa um aumento de 15% face ao ano passado, a aviação executiva, registou 7,4 mil milhões de dólares, o que corresponde a um crescimento de 70% em relação ao período homólogo.
A Força Aérea Portuguesa está a renovar a sua frota com aviões da fabricante brasileira, a terceira maior do mundo, que é dona da fábrica da OGMA em Alverca.
O contrato com a fabricante brasileira de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares, peças aeroespaciais, serviços e suporte na área, resulta de decisão aprovada em Conselho de Ministros, dia 12 de dezembro.