Interesse por fabricantes chineses cresce 74% num ano e acompanha a aceleração da mobilidade elétrica em Portugal, que lidera entre os mercados analisados pelo Grupo OLX.
O Brasil importou automóveis chineses no valor de 5,2 mil milhões de dólares (4,5 mil milhões de euros) entre janeiro e maio, um aumento de 146,9% face aos 2,1 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) registados no mesmo período do ano passado, segundo dados das alfândegas chinesas.
O Comité Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior brasileira aprovou na terça-feira uma quota adicional de importação de até 463 milhões de dólares (407 milhões de euros) para veículos completamente desmontados e semi-desmontados, com efeitos a partir de 01 de julho, por um período de seis meses.
“Influenciou os níveis de produção, a consistência operacional do maior produtor deste mineral e a entrada no mercado de uma nova empresa em Niassa, que contribuiu para uma realização de 189% em relação ao planificado”, lê-se num documento do Governo sobre os resultados da produção mineira no primeiro trimestre.
O veículo elétrico será uma peça fundamental no futuro da mobilidade elétrica. Mas assumir que essa é a única solução, aplicável de forma uniforme a todos os casos, é ignorar a diversidade de realidades e necessidades.
Uma das principais novidades é a retroatividade da medida. Isto significa que quem comprou um automóvel elétrico a partir de 1 de janeiro de 2025 poderá candidatar-se ao apoio, mesmo que tenha ficado de fora das fases anteriores devido ao esgotamento rápido das verbas.
A China estuda e compara muito, sustenta as decisões, pensa a médio e longo prazos. Preocupa-se com os vizinhos da Ásia Central. Entende que a geografia e a proximidade importam, apesar da globalização, e que o mundo é feito de relações e equilíbrios.
Os dados de 2025 mostram um mercado automóvel europeu em clara transição, com os veículos eletrificados a ganhar terreno de forma consistente, enquanto os motores tradicionais perdem relevância.
Em 2025, foram registados 8,8 milhões de carregamentos e mais de 474 mil utilizadores distintos, aumentos de 45% e de 68%, o que equivale a novos máximos nestas categorias, face aos 6,1 milhões de carregamentos e mais de 282 mil utilizadores obtidos em 2024, diz a MOBI.E, entidade gestora da rede nacional de carregamento para veículos elétricos.
O fundador e presidente executivo da empresa, Lei Jun, afirmou numa transmissão em direto que a Xiaomi vai "dedicar mais energias ao negócio automóvel" em 2026, prevendo investir cerca de 28.600 milhões de dólares (cerca de 24.400 milhões de euros) em investigação e desenvolvimento (I&D) ao longo dos próximos cinco anos.
França e Espanha defendiam manutenção da meta para 2035, mas Alemanha e Itália levaram a melhor. "O diabo está nos detalhes", disse a associação europeia de construtores que defende que algumas medidas precisam de ser trabalhadas e que as metas de 2030 também precisam de revisão.
Alemanha e Itália não querem o fim dos carros térmicos até 2035, mas França e Espanha defendem a continuação da aposta nos elétricos. Comissão Europeia apresenta hoje proposta de alteração à medida.
De acordo com um documento do Governo com as previsões do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) de 2026, o crescimento de 10% face à previsão de 13.468 toneladas da produção estimada para este ano é justificado com o "início e consolidação das atividades de uma empresa licenciada na província de Niassa", no norte do país.
Com mina de lítio em Boticas e fábrica de baterias em Sines, Portugal está em boa posição para agarrar a passagem do veículo de combustão para o veículo elétrico, diz “pai” da Autoeuropa.
Os veículos ligeiros de passageiros elétricos foram os que tiveram o crescimento mais expressivo ao apresentarem uma subida de 30,9%, em janeiro, de acordo a Associação Automóvel de Portugal.