Está na altura de ultrapassar as dicotomias estáticas tradicionais de referência política e ideológica. E de repensar a intervenção política e governativa em novos moldes.
Ao contrário do que sucedeu nas crises anteriores, desta vez o mundo não pode contar com a China para ser o motor da retoma global. Para Portugal, este cenário traz alguns desafios, como a retirada de alguns investidores.