Este negócio inclui quatro parques solares operacionais: um localizado em Aragão, que está em funcionamento há cerca de dois anos, e três na Andaluzia, que começaram a operar em novembro de 2024. Estes projetos contam com Acordos de Compra de Energia (PPAs) com duração de 15 anos.
O sentimento positivo em Wall Street empurrou os mercados europeus para o 'verde', no mesmo dia em que a contração da indústria na China surpreendeu e gerou inseguranças. Esta quarta-feira, destaque para dados referentes ao setor dos serviços na zona euro e nos EUA.
A sessão foi mista entre os principais índices europeus, com leves perdas no que diz respeito ao índice de referência da bolsa lisboeta. EDP Renováveis e Galp lideraram as perdas.
O banco marcou o dia pelos melhores motivos, mas as quedas registadas em cotadas como EDP Renováveis, Galp e CTT arrastaram Lisboa para terreno negativo. Nas principais praças europeias o dia foi misto, marcado pelo tombo de 10% na Bayer.
O dia foi positivo entre as principais praças do continente, mas o otimismo foi particularmente notório em Lisboa, com o PSI a ganhar mais de 1% e a superar os índices de referência.
Duas vendas já foram fechadas e mil milhões de euros em ativos deverão ficar concluídos até ao verão, com os restantes mil milhões fechados na segunda metade do ano. Operações vão ajudar a financiar dois gigas de energias renováveis, com o investimento a atingir três mil milhões este ano.
O acordo comercial assinado entre EUA e Reino Unido, a par do agendar de negociações para o mesmo efeito entre norte-americanos e China, levaram a uma redução das tensões, na perspetiva dos mercados. O sentimento gerou algum ânimo nos mercados de ações e, sobretudo, um maior apetite por ativos de risco.
A companhia conta com mais de um gigawatt em construção nos EUA e disse já ter garantido a cadeia de abastecimento recorrendo a fornecedores norte-americanos.
O dia foi misto entre as principais praças europeias. Por cá, uma subida do PSI cobriu toda a queda que se seguiu às tarifas recíprocas dos EUA e deixou o índice em máximos de mais de 10 anos.
A energética portuguesa viu a firma norte-americana aumentar os direitos de voto relativos a ações para 3,38%, ao passo que os direitos de voto totais atingiram 3,665%. A informação foi avançada à CMVM nesta quarta-feira, após o fecho da bolsa.
Este projeto, localizado no nordeste da Alemanha, resulta de uma colaboração com a Kronos Solar EDPR, um promotor solar adquirido pela EDP em 2022, e promete fornecer energia a cerca de 22 mil casas .
Elétrica já colocou à venda os 90 aerogeradores comprados para o projeto. Não há preço-base para as ofertas e o encaixe vai permitir mitigar o impacto negativo da saída do país.
As bolsas europeias registaram leves perdas na sessão de sexta-feira, a última de uma semana de mexidas intensas, em função das tensões comerciais, sobretudo entre Estados Unidos e China. A nova semana vai ficar marcada por resultados empresariais, a começar com o Goldman Sachs.
A imprevisibilidade do presidente dos EUA e a sua falta de amor por energias renováveis são o grande desafio. Mas também há os problemas nas cadeias de abastecimento com as tarifas.
As bolsas europeias registaram perdas generalizadas na sessão de sexta-feira, mas o mesmo não aconteceu em Lisboa. O índice PSI ganhou quase 2%, liderado pelas energéticas
Donald Trump vai anunciar tarifas recíprocas esta quarta-feira e a situação está a deixar os mercados receosos. As bolsas europeias fecharam o dia com perdas, mas o PSI encerrou com leves ganhos.
A multinacional cortou na participação que tem na energética, na última segunda-feira. No dia seguinte, fez o inverso, terminando com um total de 3,55% do total de direitos de voto.
A energética caiu mais de 2% na primeira semana e perto de 20% no total de 2025 até ao momento. De resto, a sessão foi de quedas ligeiras nos mercados europeus que se estendeu a Lisboa. Esta terça-feira, destaque para o Índice Ifo que mede o clima de negócios na Alemanha.