A entidade debaixo da alçada do Ministério da Defesa orçamentou primeiro a despesa em nome de Marco Capitão Ferreira e só depois enviou o convite a três juristas.
“O mais importante para mim é mesmo, por um lado, dar o espaço à justiça que tem que ter, não desvalorizar o facto de que a justiça tem que trabalhar com serenidade e com rigor, mas também chamar a atenção para iniciativas que visam prevenir a corrupção”, afirmou Helena Carreiras, à margem de uma visita à Escola das Armas, em Mafra, onde vários jovens participam no programa ‘Defesa + Jovem’.
"Lamentavelmente, estes dois organismos, essenciais no âmbito da Defesa Nacional e que deveriam ser uma referência no que diz respeito à sua gestão, viram-se envolvidos recentemente numa série de casos e suspeitas de corrupção", explica o Chega.