Agion e Howitt explicam que, em monopólio, não há incentivos para inovar, mas se a estrutura for muito concorrencial, as empresas também não terão margem comercial para inovar.
"É o melhor documento da história? Não. É o melhor documento possível neste momento, sim", disse o subsecretário-geral da ONU Marcos Neto, em entrevista à Lusa, a partir da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.
A ideia é perseguir estratégias baseadas em inovação que transcendem os padrões de crescimento económico e da produtividade mais convencionais e levem a um desenvolvimento de maior qualidade.
Projeto é financiado pelo Horizon 2020 em 4,9 milhões de euros. Escolas da Finlândia, Roménia, Espanha e Portugal já estão a testar e a utilizar os conteúdos.
O acordo UE-Mercosul é um bom exemplo do que a UE pode fazer para tentar inverter a sua crescente irrelevância económica e geopolítica na nova ordem mundial.
Fernando Ramos, reitor da Universidade Portucalense, diz ao JE que a integração na rede das Nações Unidas permite aos docentes, investigadores e estudantes da Universidade ter acesso privilegiado a canais de conceção, de desenvolvimento e de partilha de soluções, bem como ao contacto direto com os principais atores do sector a nível internacional.
A recente adesão aos dez princípios do UN Global Compact – focados nas áreas de direitos humanos, práticas laborais, proteção ambiental e combate à corrupção – "reflete o esforço contínuo da companhia na promoção de uma conduta empresarial responsável", sublinha a empresa.
“Neste período natalício, gostaria de enaltecer o espírito de superação, de perseverança e empreendedor do nosso povo. O combate pelo desenvolvimento é duro, mas juntos vamos vencer”, enalteceu o primeiro-ministro de Cabo Verde.
A procura por empréstimos concessionados irá continuar a crescer, sendo a situação mais alarmante a dos países africanos e a de todos os países menos desenvolvidos.
A Agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU é uma prioridade na Escola liderada por Pedro Oliveira, que esta quinta-feira, 27 de abril, apresenta o impacto das iniciativas institucionais e de investigação desenvolvidas em 2022.
Para que existam hipóteses de convergência com a Europa, é essencial que a sociedade portuguesa supere a mentalidade dos jeitinhos, a vida a crédito, a estatolatria e a complacência em relação à promiscuidade política.
O ativismo corporativo, seja de índole social ou ambiental, hoje tão em voga, reflete exatamente esta preocupação das organizações e a necessidade da sua interferência ou tomada de posição relativamente a matérias que impactam a sociedade.
O trabalho digno para todos deve ser colocado no centro das políticas de crescimento e desenvolvimento sustentável e inclusivo. Para o futuro do trabalho, não basta criar comissões, ou as bases de um livro verde das relações laborais.