Sem mais empresas com escala, a produtividade e o crescimento nacional vão continuar medíocres – mas isso pode ser invertido pelos stakeholders com pragmatismo, determinação e confiança mútua.
Num momento em que tantas organizações enfrentam desafios de competitividade, transformação digital e sustentabilidade, talvez seja tempo de recentrar o debate: menos foco em super‑líderes e mais atenção à qualidade das equipas, da estratégia e da governação.
A “contabilidade financeira” é de aplicação obrigatória, enquanto as “finanças empresariais” e a procura da eficiência na tomada de decisão é, pelo menos aparentemente, facultativa.