O preconceito e a sobranceria ideológica impediram os responsáveis militares norte-americanos e israelitas de perceberem o grau de preparação de Teerão para a guerra.
Embora com atraso, ainda é tempo de os europeus pensarem seriamente numa nova arquitetura de segurança na Europa, que integre e concilie os legítimos interesses securitários de todos os atores.
É uma perigosa candura acreditar ser possível derrotar militarmente a Rússia, recorrendo apenas ao sangue, suor e lágrimas de Kiev, mesmo arrastando consigo a União Europeia.
Washington deixou claro a Zelensky que ele tem de explicar aos ucranianos que há limites para a ajuda internacional. Seria importante que desse ouvidos a Macron, Scholtz e Draghi.
Kissinger considera que a Rússia acabará a guerra quando o desgaste com ela puser em causa o seu estatuto de superpotência. Admira como Kissinger toma tal posição, mas ele não é reconhecido pela justeza das avaliações.