Especialistas apontam saúde e turismo como áreas de investimento e indicam que, apesar de a banca angolana estar mais sólida, continua presa ao crédito de curto prazo.
Uma relação "singular e alicerçada numa história comum" que servirá de base para que "mais empresas portuguesas encontrem em Angola oportunidades para investir, inovar e crescer", e para que "mais empresas angolanas vejam em Portugal uma plataforma segura para estabelecer parcerias", projetou Castro Almeida na conferência 'Doing Business Angola 2026'.
Num dos painéis da parte da tarde do Doing Business Angola 2026, que decorreu esta quarta-feira em Lisboa, discutiu-se a “Energia para o futuro: um novo ciclo do oil&gás angolano". Numa conversa entre Alcides de Andrade, administrador executivo de ANPG e Edson dos Santos, Presidente do Conselho de Administração da Etu Energias.
A edição de 2026 do DBA tem como temas centrais o ambiente de negócios e o setor petrolífero, contando com a presença dos ministros da Economia e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, e dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo.
A edição de 2026 da maior conferência sobre a ligação económica entre Portugal e Angola promete colocar em destaque alguns dos temas mais relevantes para o desenvolvimento económico angolano, num contexto internacional marcado por profundas transformações geopolíticas, energéticas e tecnológicas.