Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Estados Unidos são o maior detentor de centros de dados. São 4.423 face aos 555 do Reino Unido, aos 523 da Alemanha. Procura por energia, para estas infraestrutura, nos EUA, mais do que duplica entre 2025 e 2027, prevê o Goldman Sachs. "Em termos de água, os centros de dados consumiram, em 2025, água suficiente para encher 1,8 milhões de piscinas olímpicas", de acordo com a Earth.org.
Na liderança do mercado global cntinua os Estados Unidos com cerca de 50 gigawatts (GW) de capacidade instalada e um crescimento de 19% desde 2024, seguindo-se a China, Japão, Reino Unido, Alemanha, Irlanda e Países Baixos.
André Rodrigues, Head of Technology da Amazon Web Services para o Sul da Europa, explica porque Portugal foi escolhido como uma das três primeiras 'local zones' na Europa.
O investimento do grupo japonês SoftBank vai servir para desenvolver e operar cinco gigawattts (GW) de capacidade de data center (centros de dados) para inteligência artificial (IA) em França.
O investimento previsto para os centros de dados integrados no plano da China deve ser financiado através de dívida soberana. Os empréstimos bancários e o capital privado serviriam como complemento, salientaram as fontes consultadas pela Bloomberg.
O acordo de colaboração anunciado esta quarta-feira, 15, entre a Escola liderada por Miguel de Castro Neto e a empresa que está a desenvolver o SINES Data Campus, inclui a criação de uma unidade curricular adaptada, dissertações, projetos aplicados, estágios, workshops e bolsas.
"O aumento da procura de energia nos Estados Unidos está a remodelar o panorama energético e a criar uma vasta gama de oportunidades de investimento", salientam analistas do Capital Group.
Sines tem espaço de sobra para acolher as novas fábricas espertas e tem os cabos submarinos que levam esta informação da Europa às diferentes Américas e a África, o que a converte na genuína porta da frente digital da UE.
O futuro está na eletrificação e Portugal tem uma vantagem natural para responder ao desafio, graças à energia renovável que consegue produzir, mais barata do que a média europeia.
A GesConsult está envolvida em projetos de construção de data centers em Portugal e identifica as tendências que irão marcar o desenvolvimento do setor ao longo de 2026.
Amazon, Google, Meta, Microsoft, xAI, Oracle e a OpenAI devem reunir-se com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa reunião, na Casa Branca, a 4 de março, para assinar o compromisso.
"A aquisição permitirá que mais capacidade de centros de dados e de geração de energia entre em funcionamento mais rapidamente, além de acelerar o desenvolvimento e a inovação no setor energético. A transação inclui a equipa da Intersect e vários gigawatts de projetos de energia e de centros de dados em desenvolvimento ou em construção, fruto da parceria com a Google", salienta a Alphabet.
Reconhecer a IA como fator de produção é reconhecer que a economia está a entrar numa nova fase. Exige reavaliar políticas públicas, métricas económicas e modelos de crescimento. E vem redefinir a própria forma como o valor é criado.
Acordo a se concretizar entraria em vigor em 2027, de acordo com o The Information. Negociações incluem ainda o aluguer de chips da Google Cloud pela Meta, em 2026. A notícia está a fazer subir as ações da Alphabet (proprietária da Google) e da Meta em 2,1% e 2%. A Nvidia está a desvalorizar 7%.
Um dos centros de dados ficará no condado de Armstrong, no Panhandle do Texas, e os outros dois estarão situados no condado de Haskell, uma região do oeste do Texas, perto de Abilene, salienta a agência noticiosa Reuters. Esta semana a Google tinha também anunciado um investimento de 5,5 mil milhões de euros na Alemanha.
O contributo para a economia nacional vai subir assim de 160 milhões para 3,7 mil milhões de euros até 2031, do setor de centros de dados e infraestruturas digitais.
A verba deve ser investida até 2028. A Meta, dirigida por Mark Zuckerberg, já tinha anunciado que ia aumentar em 2025 e 2026 a sua despesa de capital com infraestruturas ligadas à inteligência artificial.
"Estamos interessados em investir. Queremos que o Governo implemente esses incentivos, que são bons para o país, mas o tempo de o fazer tem de ser agora", disse o vice-presidente de Relações Públicas da Huawei para as regiões da América Latina e do Caribe, Atilio Rulli, à Reuters.